terça-feira, 30 de novembro de 2010

Viva a Literatura: Sete


Viva a Literatura: Sete: "7Eu não sou eu nem sou o outro, Sou qualquer coisa de intermédio: Pilar da ponte de tédio Que vai de mim para o Outro. Mário de Sá-Car..."

sábado, 27 de novembro de 2010

Viva a Literatura: Inscrição

Viva a Literatura: Inscrição: "'Eu vi a luz em um país perdido. A minha alma é lânguida e inerme, Oh! quem pudesse deslizar sem ruído! No chão sumir-se, como faz um verme...."

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Viva a Literatura: Vida

Viva a Literatura: Vida: "'A vida só se dá para quem se deu' Vinicius de Moraes"

Viva a Literatura: Inscrição

Viva a Literatura: Inscrição: "'Eu vi a luz em um país perdido. A minha alma é lânguida e inerme, Oh! quem pudesse deslizar sem ruído! No chão sumir-se, como faz um verme...."

Viva a Literatura

Viva a Literatura

domingo, 21 de novembro de 2010

Viva a Literatura: A Psiquê e o espelho

Viva a Literatura: A Psiquê e o espelho: "in: mais.uol.com.br acesso 21/11/2010 No universo mitológico, há também o mito de Eros e Psiquê, a narrativa traz; Sofrimentos, torturas, ..."

Viva a Literatura: Eros e Psique

Viva a Literatura: Eros e Psique: "Conta a lenda que dormia Uma Princesa encantada A quem só despertaria Um Infante, que viria De além do muro da estrada. Ele tinha que, ten..."

Viva a Literatura: A beleza condena

Viva a Literatura: A beleza condena: "Psiquê era bela e por sua beleza foi condenada á inveja, a morte, a não ser.Vítima de sua propria beleza e inocente, sofre consequencias dec..."

domingo, 14 de novembro de 2010

A busca do Outro

A busca do Outro: "
mensagensdiarias.com.br e a fonte da imagem ao lado data do acesso 14.11.10

Miguet (2000), no início o homem era único e perfeito. por transgressões e revolta contra os deuses, foi punido com a divisão em dois gêneros: Masculino e feminino. Após essa experiência dolorosa de cisão, surgiu a dualidade da condição humana (em outras palavras, a ferida decorrente dessa cisão permanece aberta, pois a dor no caso, é permanente, só encontra o consolo quando no eu encontrado o seu outro eu). A outra metade se manifesta pela busca desta metade perdida, uma busca incessante, que visa á recomposição e reunificação das metades separadas. Trecho da minha dissertação - O espelho e a duplicação do eu - PUC/SP - 2005.


No livro 'Eu e outras poesias' de Augusto dos anjos Ed. Martin Claret (2009) Logo na introdução: O 'Eu' é um livro de sofrimento, de verdade e protesto: sofre as dores que dilaceram o homem e aquelas do cosmoa: e, na multiplicidade dos fenômenos e na grandeza dos mistérios insondáveis - assim escreveu o poeta,sempre molhando a pena na chaga aberta do coração... p.28 in: Anjos, eu e outras poesias, ed. Martin,


Rasga essa máscara ótima de seda
E atira-a á arca ancestral dos palimpsestos...
É noite, e, á noite, a escândalos e incestos
É natural que o instinto humano aceda!
Augusto dos anjos


Em sala de aula começei a discorrer sobre Mário Quintana, em sua obra: O poema-retrato,em cima dos comentários: Dra. Beth Brait in: Língua portuguesa, Ano 4, Nr. 51 - Janeiro de 2010.Em obra aberta. Ela diz que a sua análise em o 'Autorretrato', apresenta um soneto enxuto, de ritmo rápido, permeado de reticencias, o eu-lírico surprende-se na meticulosa tentativa de compor seu retrato. Ou seja, compor-se e enxergar-se por meio da pintura/ desenho/ poema, reconhecer-se na analogia com a natureza, com as coisas perdidas, significar para si e para os outros.

No retrato que me faço
-traço a traço-
ás vezes me pinto nuvem,
ás vezes me pinto árvore...
(...)
no final, que restará?
um desenho de criança...
Corrigido por um louco!
Mário Quintana
Faço uma reflexão e gostaria de compartilhar com vocês, leitores, quando os homens não mais hesitam na busca de si consigo mesmos, cessam as dúvidas, os medos e as angustias, e retomando o verso de Mário Quintana: 'No final, que restará?'
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