sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Viva a Literatura: Identidade
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Cia. Artística En'cena: Alunos interpretam Roda Viva no Teatro Escola Macu...
Viva a Literatura: Eu não existo sem você
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Viva a Literatura: Eu não existo sem você
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Viva a Literatura: Ausência
Viva a Literatura: Sete
Viva a Literatura: Hoje
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Viva a Literatura: Dispersão
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Viva a Literatura: Sete

sábado, 27 de novembro de 2010
Viva a Literatura: Inscrição
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Viva a Literatura: Vida
Viva a Literatura: Inscrição
domingo, 21 de novembro de 2010
Viva a Literatura: A Psiquê e o espelho
Viva a Literatura: Eros e Psique
Viva a Literatura: A beleza condena
domingo, 14 de novembro de 2010
A busca do Outro

mensagensdiarias.com.br e a fonte da imagem ao lado data do acesso 14.11.10
Miguet (2000), no início o homem era único e perfeito. por transgressões e revolta contra os deuses, foi punido com a divisão em dois gêneros: Masculino e feminino. Após essa experiência dolorosa de cisão, surgiu a dualidade da condição humana (em outras palavras, a ferida decorrente dessa cisão permanece aberta, pois a dor no caso, é permanente, só encontra o consolo quando no eu encontrado o seu outro eu). A outra metade se manifesta pela busca desta metade perdida, uma busca incessante, que visa á recomposição e reunificação das metades separadas. Trecho da minha dissertação - O espelho e a duplicação do eu - PUC/SP - 2005.
No livro 'Eu e outras poesias' de Augusto dos anjos Ed. Martin Claret (2009) Logo na introdução: O 'Eu' é um livro de sofrimento, de verdade e protesto: sofre as dores que dilaceram o homem e aquelas do cosmoa: e, na multiplicidade dos fenômenos e na grandeza dos mistérios insondáveis - assim escreveu o poeta,sempre molhando a pena na chaga aberta do coração... p.28 in: Anjos, eu e outras poesias, ed. Martin,
Rasga essa máscara ótima de seda
E atira-a á arca ancestral dos palimpsestos...
É noite, e, á noite, a escândalos e incestos
É natural que o instinto humano aceda!
Augusto dos anjos
Em sala de aula começei a discorrer sobre Mário Quintana, em sua obra: O poema-retrato,em cima dos comentários: Dra. Beth Brait in: Língua portuguesa, Ano 4, Nr. 51 - Janeiro de 2010.Em obra aberta. Ela diz que a sua análise em o 'Autorretrato', apresenta um soneto enxuto, de ritmo rápido, permeado de reticencias, o eu-lírico surprende-se na meticulosa tentativa de compor seu retrato. Ou seja, compor-se e enxergar-se por meio da pintura/ desenho/ poema, reconhecer-se na analogia com a natureza, com as coisas perdidas, significar para si e para os outros.
No retrato que me faço
-traço a traço-
ás vezes me pinto nuvem,
ás vezes me pinto árvore...
(...)
no final, que restará?
um desenho de criança...
Corrigido por um louco!
Mário QuintanaFaço uma reflexão e gostaria de compartilhar com vocês, leitores, quando os homens não mais hesitam na busca de si consigo mesmos, cessam as dúvidas, os medos e as angustias, e retomando o verso de Mário Quintana: 'No final, que restará?'
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Debate sobre o Bullying
terça-feira, 17 de agosto de 2010
TEXTO SOBRE A DITADURA MILITAR
TEXTO 1
DITADURA MILITAR
Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
O golpe militar de 1964
A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista. Vale lembrar, que neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.
Este estilo populista e de esquerda, chegou a gerar até mesmo preocupação nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe comunista.
Os partidos de oposição, como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), acusavam Jango de estar planejando um golpe de esquerda e de ser o responsável pela carestia e pelo desabastecimento que o Brasil enfrentava.
No dia 13 de março de 1964, João Goulart realiza um grande comício na Central do Brasil ( Rio de Janeiro ), onde defende as Reformas de Base. Neste plano, Jango prometia mudanças radicais na estrutura agrária, econômica e educacional do país.
Seis dias depois, em 19 de março, os conservadores organizam uma manifestação contra as intenções de João Goulart. Foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que reuniu milhares de pessoas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo.
O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saem às ruas. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em 9 de abril, é decretado o Ato Institucional Número 1 ( AI-1 ). Este, cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar e tira a estabilidade de funcionários públicos.
GOVERNO CASTELLO BRANCO (1964-1967)
Castello Branco, general militar, foi eleito pelo Congresso Nacional presidente da República em 15 de abril de 1964. Em seu pronunciamento, declarou defender a democracia, porém ao começar seu governo, assume uma posição autoritária.
Estabeleceu eleições indiretas para presidente, além de dissolver os partidos políticos. Vários parlamentares federais e estaduais tiveram seus mandatos cassados, cidadãos tiveram seus direitos políticos e constitucionais cancelados e os sindicatos receberam intervenção do governo militar.
Em seu governo, foi instituído o bipartidarismo. Só estavam autorizados o funcionamento de dois partidos : Movimento Democrático Brasileiro ( MDB ) e a Aliança Renovadora Nacional ( ARENA ). Enquanto o primeiro era de oposição, de certa forma controlada, o segundo representava os militares.
O governo militar impõe, em janeiro de 1967, uma nova Constituição para o país. Aprovada neste mesmo ano, a Constituição de 1967 confirma e institucionaliza o regime militar e suas formas de atuação.
GOVERNO COSTA E SILVA (1967-1969)
Em 1967, assume a presidência o general Arthur da Costa e Silva, após ser eleito indiretamente pelo Congresso Nacional. Seu governo é marcado por protestos e manifestações sociais. A oposição ao regime militar cresce no país. A UNE ( União Nacional dos Estudantes ) organiza, no Rio de Janeiro, a Passeata dos Cem Mil.
Em Contagem (MG) e Osasco (SP), greves de operários paralisam fábricas em protesto ao regime militar.
A guerrilha urbana começa a se organizar. Formada por jovens idealistas de esquerda, assaltam bancos e seqüestram embaixadores para obterem fundos para o movimento de oposição armada.
No dia 13 de dezembro de 1968, o governo decreta o Ato Institucional Número 5 ( AI-5 ). Este foi o mais duro do governo militar, pois aposentou juízes, cassou mandatos, acabou com as garantias do habeas-corpus e aumentou a repressão militar e policial.
GOVERNO DA JUNTA MILITAR (31/8/1969-30/10/1969)
Doente, Costa e Silva foi substituído por uma junta militar formada pelos ministros Aurélio de Lira Tavares (Exército), Augusto Rademaker (Marinha) e Márcio de Sousa e Melo (Aeronáutica).
Dois grupos de esquerda, O MR-8 e a ALN seqüestram o embaixador dos EUA Charles Elbrick. Os guerrilheiros exigem a libertação de 15 presos políticos, exigência conseguida com sucesso. Porém, em 18 de setembro, o governo decreta a Lei de Segurança Nacional. Esta lei decretava o exílio e a pena de morte em casos de "guerra psicológica adversa, ou revolucionária, ou subversiva".
No final de 1969, o líder da ALN, Carlos Mariguella, foi morto pelas forças de repressão em São Paulo.
GOVERNO MEDICI (1969-1974)
Em 1969, a Junta Militar escolhe o novo presidente : o general Emílio Garrastazu Medici. Seu governo é considerado o mais duro e repressivo do período, conhecido como " anos de chumbo ". A repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução. Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística são censuradas. Muitos professores, políticos, músicos, artistas e escritores são investigados, presos, torturados ou exilados do país. O DOI-Codi ( Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna ) atua como centro de investigação e repressão do governo militar.
Ganha força no campo a guerrilha rural, principalmente no Araguaia. A guerrilha do Araguaia é fortemente reprimida pelas forças militares.
O Milagre Econômico
Na área econômica o país crescia rapidamente. Este período que vai de 1969 a 1973 ficou conhecido com a época do Milagre Econômico. O PIB brasileiro crescia a uma taxa de quase 12% ao ano, enquanto a inflação beirava os 18%. Com investimentos internos e empréstimos do exterior, o país avançou e estruturou uma base de infra-estrutura. Todos estes investimentos geraram milhões de empregos pelo país. Algumas obras, consideradas faraônicas, foram executadas, como a Rodovia Transamazônica e a Ponte Rio-Niteroi.
Porém, todo esse crescimento teve um custo altíssimo e a conta deveria ser paga no futuro. Os empréstimos estrangeiros geraram uma dívida externa elevada para os padrões econômicos do Brasil.
GOVERNO GEISEL (1974-1979)
Em 1974 assume a presidência o general Ernesto Geisel que começa um lento processo de transição rumo à democracia. Seu governo coincide com o fim do milagre econômico e com a insatisfação popular em altas taxas. A crise do petróleo e a recessão mundial interferem na economia brasileira, no momento em que os créditos e empréstimos internacionais diminuem.
Geisel anuncia a abertura política lenta, gradual e segura. A oposição política começa a ganhar espaço. Nas eleições de 1974, o MDB conquista 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e ganha a prefeitura da maioria das grandes cidades.
Os militares de linha dura, não contentes com os caminhos do governo Geisel, começam a promover ataques clandestinos aos membros da esquerda. Em 1975, o jornalista Vladimir Herzog á assassinado nas dependências do DOI-Codi em São Paulo. Em janeiro de 1976, o operário Manuel Fiel Filho aparece morto em situação semelhante.
Em 1978, Geisel acaba com o AI-5, restaura o habeas-corpus e abre caminho para a volta da democracia no Brasil.
GOVERNO FIGUEIREDO (1979-1985)
A vitória do MDB nas eleições em 1978 começa a acelerar o processo de redemocratização. O general João Baptista Figueiredo decreta a Lei da Anistia, concedendo o direito de retorno ao Brasil para os políticos, artistas e demais brasileiros exilados e condenados por crimes políticos. Os militares de linha dura continuam com a repressão clandestina. Cartas-bomba são colocadas em órgãos da imprensa e da OAB (Ordem dos advogados do Brasil). No dia 30 de Abril de 1981, uma bomba explode durante um show no centro de convenções do Rio Centro. O atentado fora provavelmente promovido por militares de linha dura, embora até hoje nada tenha sido provado.
Em 1979, o governo aprova lei que restabelece o pluripartidarismo no país. Os partidos voltam a funcionar dentro da normalidade. A ARENA muda o nome e passa a ser PDS, enquanto o MDB passa a ser PMDB. Outros partidos são criados, como : Partido dos Trabalhadores ( PT ) e o Partido Democrático Trabalhista ( PDT ).
A Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já
Nos últimos anos do governo militar, o Brasil apresenta vários problemas. A inflação é alta e a recessão também. Enquanto isso a oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos.
Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.
No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática – o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal.
Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves fica doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice-presidente José Sarney. Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A Constituição de 1988 apagou os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.
TEXTO 2
Política
- Em 01/04/1964 faz-se o AI-1 (Ato Institucional nº 1) que depunha Jango e dá início a Ditadura Militar;
- Os militares afirmaram que o comunismo ameaçava a ordem nacional, o Brasil e afirmavam que Jango era comunista;
- Os militares alegaram que foi um Golpe que instituiu uma Ditadura para garantir a democracia, que mais tarde voltaria a democracia;
- O regime era presidencialista, tinha presidente e vice-presidente, que eram eleitos indiretamente pelo Congresso, mas todo Congresso era composto por militares e tinha um só candidato à Presidência;
- O presidente poderia cassas mandatos e direitos políticos por 10 anos, com isso garantiria a maioria no Congresso e teria seus interesses garantidos;
- Mauro Borges, Íris Rezende, Lionel Brizola foram cassados de seus mandatos;
- O presidente lançou o Estado de Sítio, que suspendia todos direitos civis. Tinha ainda toque de recolher e prisão sem mandato;
- Criou-se o SNI (Serviço Nacional de Informação) que fazia investigações, surgiu os arapongas, era a FBI brasileira;
- Teve censura de todas as formas;
- O poder Executivo era o poder mais importante e com mais poderes;
- O AI-1 é o único que tem prazo de validade, válido por 1 ano. Os militares queriam disfarçar, pois afirmavam que o Golpe, que aDitadura era só para organizar a casa, o Brasil;
- Existiam duas linhas militares ® existiam dois grupos dentro do exército que se divergiam:
Sorbornne: Grupo universitário, intelectualizado, ligado a escola superior de Guerra, querem diálogo. É a linha castelista ( Castelo Branco);
Linha-dura: prega a repressão ao povo, só via a solução por aí, é o grupo mais violento. Ex.: Médici.
Economia
- Foi um período de política econômica entreguista, utilizava capitais externos para desenvolver o país;
- Criou-se:
PAEG (Plano Ação Econômica do Governo);
I PND (Plano Nacional de Desenvolvimento), governo de Costa Silva a Médici;
II PND (milagre econômico), governo de Médici a Geisel
III PND, governo de Geisel a Figueiredo.
- Todos os planos econômicos desse período tinham o objetivo de controlar a inflação;
- Ministros da Fazenda que se destacaram pela importância: Delfim Neto e Simosen;
- O Brasil tem a memória inflacionária, o povo teme que a inflação volte e gere inflação;
- Medidas para controlar a inflação:
O Governo militar achava que para controlar a inflação deveria ter o achatamento do salário, pois achavam que o salário que gerava a inflação. Ocorre a queda do poder aquisitivo, achatamento salarial e o aumento das desigualdades sociais. No começo deu certo e a inflação abaixou, mas não por muito tempo, voltou forte com 30 % ao mês;
Tinha o estímulo a construção de indústrias de bens de consumo duráveis, era o entreguismo, a economia crescia 14% ao ano, 7% vinha de fora através de empréstimos (ainda tinha os eletrodomésticos que vinham das multinacionais);
Tinha o investimento estrangeiro (multinacionais) e empréstimos estrangeiros (gera o aumento da dívida externa).
Movimento militar de 1964, movimento deflagrado na noite de 31 de março de 1964, em Minas Gerais, sob o comando do general Olímpio Mourão Filho, contra o governo instituído do presidente João Goulart, que foi derrubado no dia seguinte. O movimento estendeu-se até 1985. Embora a abertura política tenha sido instaurada a partir de 1979, só em 1985 tomou posse um presidente civil, José Sarney, ainda eleito pelo Congresso Nacional de forma indireta.
Uma das principais causa foi o apoio dado por empresários, proprietários rurais e setores da classe média, o movimento reagiu principalmente às "reformas de base" propostas pelo governo com o apoio de partidos de esquerda, acusando o presidente de pretender estabelecer uma "república sindicalista". O período caracteriza-se pelo autoritarismo, supressão de direitos constitucionais, perseguição policial e militar, e utilização da tortura para obter a confissão dos presos e seqüestrados que se opunham ao regime. A liberdade de expressão nos meios de comunicação foi suprimida mediante a adoção da censura prévia. Foi de extrema importância para os governos militares o papel desempenhado pelo Serviço Nacional de Informação (SNI), criado pelo general Golbery do Couto e Silva.
Chegando ao poder, os militares realizaram profunda alteração constitucional, promulgaram o Ato Institucional nº 1 — que cassou mandatos, suspendeu a imunidade parlamentar e direitos políticos — e promoveram a eleição, pelo Congresso Nacional, de um novo presidente, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que governou até 1967. Os partidos políticos foram abolidos e instalado o bipartidarismo.
A causa no campo econômico foi definido um modelo baseado no binômio desenvolvimento/segurança. O planejamento centralizado contribuiu para a estatização da economia, desempenhando o Estado atividades de gerenciamento da produção. Como ocorreu em outros países, a crise mundial da década de 1970 agravou o problema econômico brasileiro, acentuando a concentração de renda e os problemas das populações mais pobres.
Em janeiro de 1963 um plebiscito restabeleceu o presidencialismo. Governando entre o reformismo moderado e a ação do líder trabalhista Leonel Brizola, seu cunhado, agravaram-se os problemas políticos e econômicos, com a subida inflacionária.
Uma causa militar se deu pelos movimentos de insatisfação de militares subalternos em Brasília (1963) e Rio de Janeiro (1964) contribuíram para aumentar a pressão de líderes militares e civis contra o governo, que acabou derrubado pelo Movimento Militar de 1964.
LINK DE IMAGENS:
http://www.cliohistoria.hpg.ig.com.br/bco_imagens/ditadura/1964_68.htm
LINK DO VIDEO
http://www.youtube.com/watch?v=2lZAt-5_Z84&feature=related
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
A Reforma Religiosa
Foi o movimento que rompeu com a unidade do Cristianismo centrado pela Igreja de Roma. Esse movimento faz parte das grandes transformações econômicas, sociais, culturais e políticas ocorridas na Europa nos séculos XV e XVI, que enfraqueceram a Igreja permitindo o surgimento de novas doutrinas religiosas. Desde o seculo XIV os homens da Europa viviam um intenso processo de transformação que aumentou nos seculos seguintes. Ampliação da rotas de comércio terrestre, grandes navegações, contatos com povos completamente diferentes... Essas mudanças implicaram em novas formas de convivências, além disso, o renascimento urbano, a disseminação de novos valores e o surgimento de novas classes (em especial a Burguesa), que passou a reinvidicar participação nas decisões politicas, acabaram por favorecer o ambiente da Reforma. Somados a isso, há ainda o fato de que, o Imperio Romano-Germânico (onde eclodiu o movimento), vivia uma situação em que o o Imperador era apoiado pelo papa, porém, seu poder diminuia na medida que os nobres aumentavam seus poderes atraves das grandes quantidades de terras que possuiam. A Igreja estava em crise, a burguesia crescia em importância, o nacionalismo desenvolvia-se nos Estados modernos e o Renascimento Cultural despertava a liberdade de Crítica. O aumento populacional somado às transformações que vêm junto com esse aumento acarreta em um baque entre a Igreja e essas transformações. O termo “Igreja Católica” é posterior ao Concílio de Trento, uma forma de diferenciação perante os protestantes. Antes só existia a Cristandade.
A esse movimento de divisão no cristianismo e surgimento das novas doutrinas dá-se o nome de REFORMA e à reação da Igreja, realizando modificações internas e externas, de CONTRA-REFORMA. Contudo, esse movimento foi precedido por várias manifestações nos séculos anteriores, mas nenhuma delas conseguiu o rompimento definitivo com a Igreja Romana. Dentre elas, vemos:
- Heresias Medievais (Arianismo, Valdenses, Albigenses);
- Querela de Investiduras (disputas entre os papas e os imperadores da Alemanha a partir de 1074, pelo direito de nomear bispos e abades. Só se resolve no século XII);
- Cisma do Ocidente – (Ocorrido em 1378, em que a Igreja passa a ser governada por TRÊS papas – ela se unifica em 1417);
- Movimentos Reformadores – John Wiclif (1320? -1384) e Jonh Huss (1369-1415).
Os primeiros questionamentos são referentes à questão das Indulgências (documentos assinados pelo papa, que absolviam o comprador de alguns pecados cometidos, diminuindo o tempo de sua pena no purgatório, era um comércio em vista da salvação), Simonia {comercialização de coisas sagradas (Cargos eclesiásticos, cobrança por sacramentos, objetos...)}, celibato, culto às imagens, excesso de sacramentos, atitude mundana do Alto Clero, dentre outras. Havia um abismo muito grande entre o que a Igreja pregava e o que fazia.
PRINCIPAIS REFORMADORES
REFORMA LUTERANA -
A Alemanha não está centralizada, é agrária e feudal. A Igreja possui um terço das terras. Há descontentamento geral. Vendo tantos abusos por parte do Clero, o monge agostiniano Martinho Lutero não se calou. Elaborou 95 teses e afixou-as na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, em 1517. A maioria era contra as indulgências. Principalmente as indulgências visando à construção da Basílica de São Pedro. Apoiado pela nobreza alemã, Lutero pôde divulgar suas idéias, calcada em dois princípios que se constituiriam no núcleo de sua doutrina: A Salvação somente pela fé e não pelas práticas religiosas e a Inutilidade dos Mediadores (Clero). Lutero foi excomungado em 1520. Ele queima publicamente a carta do papa (Bula papal), traduz a Bíblia para o Alemão, casa-se com uma ex-freira, fica abrigado na Saxônia. Eis suas reivindicações e críticas principais:
Substituição do Latim pelo idioma alemão nos cultos religiosos; Questiona a grande quantidade de sacramentos (Preserva dois sacramentos: batismo e eucaristia); Livre interpretação da Bíblia; Contra o Celibato; Rejeita a Hierarquia Religiosa da Igreja de Roma; pregava a Salvação pela fé; Negava a Transubstanciação – afirmava a Consubstanciação (misturados); Pecado Original: Marca do gênero Humano (nem Cristo, nem o Batismo o retiram);
O Luteranismo expandiu-se basicamente no Sacro Império Romano-Germânico e nos países escandinavos (Suécia, Noruega e Dinamarca), regiões essencialmente rurais, pouco desenvolvidas em termos comerciais. Através de suas idéias, eles desapropriam as terras da Igreja.
REFORMA CALVINISTA – J. Calvino (1509-1564) era francês, que inicia sua ruptura em Genebra, Suíça, por volta de 1536. Lá começa a publicar estudos sistemáticos sobre a nova religião. Funda uma nova doutrina que expande a Reforma. A burguesia dessa cidade havia adotado os princípios da reforma para lutar contra seu governante, o católico Duque de Savóia, o que favoreceu a atuação do reformador. Ele divergia de Lutero em alguns pontos, principalmente na questão da Salvação. Diferente de Lutero (salvação pela fé), ele defendia a idéia de que a fé não era suficiente, uma vez que o homem já nasce predestinado, ou seja, escolhido por Deus para a vida eterna ou para a sua condenação. Calvino tornou-se todo-poderoso, conseguindo impor sua doutrina, interferir nos costumes, nas crenças e na própria organização político-administrativa da cidade. O Calvinismo propagou-se rapidamente atingindo a França, a Holanda, a Inglaterra e a Escócia.
Eis algumas de suas teorias e questionamentos:
- A riqueza material era um sinal da graça divina sobre o indivíduo. Essa teoria é assimilada pela burguesia local, que justificava não só seu comércio, como também as atividades financeiras e o lucro a elas associado. Ele justifica as atividades econômicas até então condenadas pela Igreja romana.
- Grande rigidez na moral
- Questiona a Liturgia da Missa (simplifica com o Sermão, a oração e a leitura da Bíblia).
- Questiona o uso das Imagens (houve quebra-quebra nas paróquias locais)
- Acaba com os jogos, dança ida ao teatro...
- “O homem que não quer trabalhar, não merece comer.” afirma.
- Livre Interpretação da Bíblia;
- Nega o culto aos santos e a Virgem;
- Questiona a autoridade do Papa;
- Defende a separação entre a Igreja e o Estado;
- Questiona o Celibato do clero;
- Questiona a Transubstanciação (propõe uma presença material, o Cristo está presente, mas não materialmente).
- Ele cria um conselho para reger a vida religiosa em Genebra de “12 anciãos”. Eles julgavam, ditavam regras. Consistório de Genebra.
- A doutrina afirma que não há certeza da salvação;
REFORMA ANGLICANA – Os ingleses, durante a época dos Tudor, também criticavam os abusos da Igreja Romana, a ineficiência dos tribunais eclesiásticos e o favoritismo na distribuição de cargos públicos para membros do Clero, além de queixar-se do pagamento e do envio de dízimos para Roma. Durante o governo de Henrique VIII (1509-1547), a burguesia fazia pressão para o aumento do poder do parlamento. O rei, necessitando aumentar as riquezas do Estado, confisca as terras da Igreja, o que gera desentendimentos com o Papa. Isso se agrava quando o monarca solicita a anulação do casamento com Catarina de Aragão. Ele não tinha sucessores masculinos, temia que seu trono caísse em mãos espanholas. Toda a nação, com medo deste fato, apóia esse pedido. O Papa Clemente VII nega o pedido. O Rei rompe com o papado e faz uma reforma na Igreja Inglesa. Obriga seus membros a reconhecê-lo como chefe supremo e a jurar-lhe fidelidade e obediência. Obtém do clero inglês o divórcio e se casa com uma dama da corte, Ana Bolena. O Papa tenta intimidá-lo excomungando-o, mas não adianta.
Em 1534, Henrique VIII decreta o Ato de Supremacia, que consolida a separação entre a Inglaterra e o papa. Torna-se o chefe da Igreja de seu país. A Reforma anglicana, na prática, apresenta poucas modificações com a Igreja romana: Questiona o Culto aos santos; A autoridade máxima é o Rei e não o papa; Questiona o culto às relíquias; Prega a popularização da leitura da Bíblia. A Reforma anglicana resolveu, na prática, dois problemas para a monarquia: a questão da herança do trono e com a venda das terras da Igreja para a burguesia e nobreza, dá um suporte financeiro para a Coroa. O Anglicanismo se consolida no reinado de Elizabeth I, filha de Henrique VIII, que renova seu direito de soberania real sobre a Igreja, além de fixar os fundamentos da doutrina e do culto anglicano na Lei dos 39 Artigos, em 1563.
OBSERVAÇÃO - O Calvinismo também criou raízes na Inglaterra. Seus adeptos, os puritanos, iriam entrar em choque com os anglicanos, gerando inúmeros conflitos no século XVII, que levaram às imigrações maciças para a região da Nova Inglaterra, na América do Norte.
THOMAS MÜNTZER – Liderou uma revolta em 1524 com camponeses da região do Reno. Além de atacar a Igreja pela cobrança de dízimos, passam a reivindicar a reforma agrária e a abolição dos privilégios feudais. Ele afirmava ser Luterano. O movimento se espalhou por várias regiões alemãs com assaltos a castelos, queima dos mosteiros e roubo de colheitas. A essas manifestações, seguiu-se uma repressão violenta, apoiada por Lutero em prol da Nobreza alemã. Müntzer foi preso e decapitado e houve o massacre de milhares de camponeses. Ele foi um dos grandes pregadores do ANABATISMO (os convertidos são batizados na idade adulta, mesmo já sendo batizados quando criança). Tinham a necessidade de rebatizar os indivíduos, de separar a Igreja e o Estado, de abolir as imagens e o culto dos santos, queriam uma igualdade absoluta entre os homens, viver com simplicidade, pois todos eram inspirados pelo Espírito Santo. Foram fortemente reprimidos seja nos Estados Católicos, Luteranos ou Calvinistas.
CONTRA-REFORMA
O avanço do Protestantismo, não só neste momento, levou a Igreja Romana a se reorganizar. Foi um movimento de reação ao protestantismo. A Igreja precisava auto-reformar-se ou não sobreviveria, pois precisava, ainda, evitar que outras regiões virassem protestantes. Esse movimento de reforma interna já existia, mas é nesse momento que ele é aprofundado. Entre 1545 e 1563, foi convocado o CONCÍLIO DE TRENTO, onde houve reafirmações e mudanças. Dentre elas:
- Esclarece a Doutrina;
- Conserva os sete Sacramentos e confirma os Dogmas;
- Afirma a presença real de Cristo na Eucaristia;
- Inicia a redação de um Catecismo;
- Criação de Seminários para a formação de sacerdotes;
- Reafirma o Celibato, a veneração aos Santos e a Virgem;
- Aprova os Estatutos da Companhia de Jesus, criada antes do Concílio por Inácio de Loyola;
- Mantém o Latim como língua do Culto e tradução oficial das Sagradas Escrituras;
- Confirma como texto autêntico, a tradução de São Jerônimo, no século IV;
- Fortalece a Hierarquia e, portanto a unidade da Igreja Católica, ao afirmar a supremacia do Papa como “Pastor Universal de toda a Igreja”
- Reorganizou o tribunal da Inquisição ou Santo Ofício, que fica encarregado de combater a Reforma;
- Criação do “Índex” (índice), encarregada da censura de obras impressas, lista de livros cuja leitura era proibida aos fiéis;
As orientações do Concílio de Trento guiaram os católicos de todo o mundo durante 400 anos. Houve o Concílio Vaticano I (08/12/1869 - 20/10/1870), convocado pelo Papa PIO IX (1846-1878), mas que foi interrompido devido à Guerra Franco-Alemã que havia iniciado. As maiores mudanças começariam a acontecer apenas em 1962, quando o papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II (11/10/1962 a 07/12/1965), para redefinir as posições da Igreja e adequá-la às necessidades e desafios do mundo contemporâneo.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Regras do Grêmio Estudantil
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Iluminismo
ILUMINISMO (SÉC. XVIII)
O Iluminismo (siËcle des lumiËres), uma das grandes etapas da civilização ocidental, deve seu nome à sua oposição a um pretenso obscurantismo da Idade Média. Após um período de claras mudanças na cultura e na mentalidade do homem, conhecido como Renascimento (O termo "renascença", tinha o significado de renascimento da cultura greco-latina, a Idade Média, para os renascentistas, havia sido um período de trevas em que a ciência e a arte morrera, mas que finalmente renascia num novo momento de grandes realizações), a força das ideologias herdadas da Idade Média estava cada vez menor. A visão teocêntrica, na qual tudo gira em torno da religião, foi sendo substituída gradativamente pela visão antropocêntrica, onde o homem é o centro do universo.
Durante os séculos XVII e XVIII, graças ao desenvolvimento intelectual obtido no Renascimento, o homem passou a refletir mais sobre o mundo que o cercava, tendo chegado à conclusão de que era preciso rever suas práticas políticas, econômicas e ideológicas. Nesse regime, a educação estava sob o controle da igreja. Isto não era bem visto pelos novos pensadores, os iluministas, pois para eles a igreja ensinava uma filosofia arcaica e isto tornava a sociedade ignorante, fanática e submissa.
Os pensadores da época baseavam-se na tese de que a vida em sociedade deveria servir para proporcionar felicidade, justiça e igualdade, algo muito diferente do que ocorria na época. Desta forma, esses filósofos passaram a condenar o absolutismo (Sistema de governo em que um monarca exerce o poder sem restrição legal nem interferência de órgãos legislativos ou judiciais autônomos), o mercantilismo (conjunto de teorias e práticas econômicas adotadas e desenvolvidas pelos governos europeus durante a fase do capitalismo comercial, na Idade Moderna. Entre as características gerais do mercantilismo estão: controle estatal da economia, protecionismo e metalismo) e a mentalidade imposta pela Igreja.
Tal movimento, originado na Inglaterra, Holanda e França, ficou conhecido como Iluminismo, uma vez que “iluminava” os aspectos “escuros” da Idade Média. Para os iluministas, a grande maneira de se construir uma sociedade com Liberdade, Igualdade e Fraternidade seria por meio do uso da razão.
Por esse motivo, acreditavam que as crenças religiosas e o misticismo bloqueavam, de certa forma, o uso da razão. Por isso, passaram a criticar a Igreja Católica, embora não deixassem de crer em Deus. A burguesia se interessou grandemente pelos ideais iluministas, uma vez que necessitava ter um poder político semelhante ao seu poder econômico, assim, ir contra o absolutismo era algo bastante viável.
Os principais filósofos deste período foram John Locke, Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Diderot e Jean Le Rond d´Alembert. O iluminismo foi de suma importância para desenvolvimento dos direitos civis, para a consolidação dos estados-nações e para a ocorrência das profundas transformações políticas futuras, como a Revolução Francesa e a independência de muitas colônias americanas, por exemplo.
O homem deveria ser o centro e passar a buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.
A apogeu deste movimento foi atingido no século XVIII, e, este, passou a ser conhecido como o Século das Luzes. O Iluminismo foi mais intenso na França, onde influenciou a Revolução Francesa através de seu lema: Liberdade, igualdade e fraternidade. Também teve influência em outros movimentos sociais como na independência das colônias inglesas na América do Norte e na Inconfidência Mineira, ocorrida no Brasil.
Para os filósofos iluministas, o homem era naturalmente bom, porém, era corrompido pela sociedade com o passar do tempo. Eles acreditavam que se todos fizessem parte de uma sociedade justa, com direitos iguais a todos, a felicidade comum seria alcançada. Por esta razão, eles eram contra as imposições de caráter religioso, contra as práticas mercantilistas, contrários ao absolutismo do rei, além dos privilégios dados a nobreza e ao clero.
Os burgueses foram os principais interessados nesta filosofia, pois, apesar do dinheiro que possuíam, eles não tinham poder em questões políticas devido a sua forma participação limitada. Naquele período, o Antigo Regime ainda vigorava na França, e, nesta forma de governo, o rei detinha todos os poderes. Uma outra forma de impedimento aos burgueses eram as práticas mercantilistas, onde, o governo interferia ainda nas questões econômicas.
No Antigo Regime, a sociedade era dividida da seguinte forma: Em primeiro lugar vinha o clero, em segundo a nobreza, em terceiro a burguesia e os trabalhadores da cidade e do campo. Com o fim deste poder, os burgueses tiveram liberdade comercial para ampliar significativamente seus negócios, uma vez que, com o fim do absolutismo, foram tirados não só os privilégios de poucos (clero e nobreza), como também, as práticas mercantilistas que impediam a expansão comercial para a classe burguesa.
Os principais filósofos do Iluminismo foram: John Locke (1632-1704), ele acreditava que o homem adquiria conhecimento com o passar do tempo através do empirismo; Voltaire (1694-1778), ele defendia a liberdade de pensamento e não poupava crítica a intolerância religiosa; Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), ele defendia a idéia de um estado democrático que garanta igualdade para todos; Montesquieu (1689-1755), ele defendeu a divisão do poder político em Legislativo, Executivo e Judiciário; Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond d´Alembert (1717-1783), juntos organizaram uma enciclopédia que reunia conhecimentos e pensamentos filosóficos da época.
A Enciclopédia= Organizada por Jean D´ Alembert (1717-1783) e por Denis Diderot (1713-1784), ela reunia todos os principais conhecimentos da época.
Déspotas Esclarecidos= Alguns governantes procuraram tirar proveito dos princípios Iluministas sem abrir mão do poder absoluto. Destacaram-se na Espanha, Rússia e Portugal.